segunda-feira, 3 de junho de 2013
Lista de aves - Répteis - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
Lista de aves
Esta é uma lista de aves, organizada por ordem alfabética do nome comum.
Notas
Algumas aves têm nomes diferentes conforme o país; por exemplo o bacurau no Brasil é designado como noitibó em Portugal. Nestes casos, ambos os nomes estão listados.
A maioria destas designações agrupa muitas espécies diferentes, como cegonha-preta, cegonha-branca, etc. Nestes casos, apenas o nome geral está listado.
Algumas designações têm paralelo taxonómico, por exemplo todas as gaivotas pertencem ao género Larus, mas isto não é válido para todas. O nome joão pode designar aves de famílias e até ordens diferentes.
Índice: 0-9 A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
A
Abelharuco - Abetarda - Abetouro - Abibe - Abre-asa - Abutre - Açanã - Acauã - Açor- Airo - Acrobata - Agachadeira - Agapornis - Águia - Águia-pescadora - Agulha - Albatroz - Alcaravão - Alcatraz - Alegrinho - Alfaiate - Alfaneque - Alvéola - Amassa-barro - Anacã - Anambé - Andarilho - Andorinha - Andorinha-do-mar - Andorinha - Andorinhão - Anhuma - Anu - Anumara - Apacanim - Apoim - Apororoca - Araçari - Argentavis magnificens - Aracuã - Arapaçu - Araponga - Araponguinha - Araqua - Arara - Ararapa - Aratinga - Arau - Ariramba - Arradio - Arredio - Asa-de-sabre - Assobiador - Atacador - Atobá - Ave-do-paraíso - Avestruz - Avinhado - Avoante - Azulão - Azulona - Azulinho
B
Bacurau - Balança-rabo - Bandeirinha - Barbaças - Barbadinho - Barbudo - Barranqueiro - Bate-bico - Batuíra - Beija-flor - Bem-te-vi - Besourinho - Bico-chato - Bico-de-lacre - Bico-de-lança - Bico-de-tesoura - Bico-virado - Bicudinho - Bicudo - Bigodudo - Biguá - Bique-bique - Bispo - Bobo - Boininha - Bonito-lindo - Borboletinha - Borrelho - Brolga - Bufo - Bufo-real- Búteo
C
Cabecinha - Caboclinho - Caburé - Cacatua - Cacaué - Cagarra - Calau - Calhandra - Calhandrinha - Calopsita - Cambacica - Cambaxirra - Caminheiro - Canário - Cancão - Caneleirinho - Cantador - Capacetinho - Capitão - Caracara - Carão - Carapé - Carará - Carauna - Cardeal - Cardeal-tecelão - Carrapateiro - Carriça - Cartaxo - Casuar - Caturra - Catutirra - Caure - Cegonha - Chamariz - Chapim - Chasco - Chauá - Chibum - Chilu-chilu - Chincoã - Choca - Chopim - Choquinha - Chora-chuva - Chorona - Chororó - Chorozinho - Chupa-dente - Cia - Cigana - Cisne - Cochi - Cocoruta - Codorna - Codorniz - Codornizão - Coleirinho - Colibri - Colhereiro - Combatente - Condor - Cormorão - Corneteiro - Corocochó - Corocoró - Corredor - Corriqueiro - Corruíra - Corrupião - Cortiçol - Corucão - Coruja - Corujinha - Corvo - Corvo-marinho - Cotovia - Correca - Corruíra - Cricrió - Cruza-bico - Cuco - Cuitelão - Cujubi - Curiango - Curica - Curicaca - Curió - Curutié - Currupião - Cuspidor
D
Dançador - Degolado - Dituí - Dodó - Dó-re-mi - Drongo - Dorminhoco
E
Ema - Emu - Escrevedeira - Esmerilhão - Estalador - Estalinha - Estorninho - Estrelinha-Escribano
F
Faisão - Falaropo - Falcão - Felosa - Ferreirinha - Ferreirinho - Fevereiro - Figuinha - Flamingo - Flautim - Flautista - Formigueiro - Fraca-da-guiné - Francolim - Fragata - Franga-de-água - Frango-de-água - Freira - Freirinha - Frisada - Fruxu - Fulmar - Fura-buxo - Fura-flor - Furriel - Fuselo
G
Gaio - Gaivina - Gaivota - Galah - Galeirão - Galinha - Galinha-anã - Galinha-de-água - Galinhola - Galo-silvestre - Ganso - Ganso-patola - Garajau - Garça - Garrincha - Gaturamo - Gaúcho - Gavião - Gavina - Gralha - Graveteiro - Grazina - Grifo - Grimpeirinho - Grimpeiro - Grou - Guácharo - Guará - Guaracava - Guaracavuçu - Guarda-rios - Guincho - Gurundi
H
Harpia
I
Íbis - Indicador - Inhambu - Ipequi - Iratauá-grande - Irere
J
Jandaia - Jaburu - Jacamaraçu - Jacamim - Jacana - Jacu - Jacuaçú - Jacucaca - Jacumirim - Jacupemba - Jacupiranga - Jacupixuna - Jacutinga - Jacuturu - Jandaia - Jaó - Japim - Japu - João - Junqueiro - Juriti - Juruva - Juruviara
K
Kagu - Kakapo - Kittiwaike - Kiwi - Kookaburra
L
Lagarteiro - Lagópode - Lavadeira - Lenheiro - Limpa-folhas - Lugre
M
Maçarico - Macauã - Macuco - Macuquinho - Macuru - Mãe-de-taoca - Maguari - Mainá - Maitaca - Mamo - Mandrião - Marabu - Marabu - Maracanã - Maria - Marianinha - Mariquita - Maritaca - Marreca - Marreco - Marrequinha - Martim-pescador - Mateiro - Matirão - Matracão - Melro - Merganso - Mergulhão - Mexeriqueira - Milhafre - Mineirinho - Moa - Mobelha - Mocho - Moleiro - Murucututu - Mutum - Manon
N
Narceja - Narcejão - Noitibó - Noivinha - Nambú
O
Ógea - 'O'o - Olho-branco - Olho-de-fogo - Ostraceiro
P
Painhos - Papa-açúcar - Papa-amoras - Papa-capim - Papa-figos - Papa-formigas - Papagaio - Papagaio Do Mar - Papa-lagarta - Papa Leguas - Papa-moscas - Pararu - Pardal - Pardela - Pardelão - Pardilheira - Pássaro-gato - Pássaro-de-sol - Pássaro-lira - Pássaro-preto - Patativa - Patinho - Pato - Paturi - Pavão - Pavãozinho-do-pará - Pega - Pelicano - Peneireiro - Perdiz - Perdiz-do-mar - Perna-amarela - Perna-verde - Perna-vermelha - Peru - Petinha - Petrel - Pia-cobras - Piadeira - Piau - Picanço - Pica-pau - Pica-peixe - Pichochó - Pichororé - Pilrito - Pinguim - Pintadinho - Pintagol - Pintarroxo - Pintassilgo - Pinto-da-mata - Piolheiro - Pipira - Piriquito - Piriquitão - Piru-piru - Pisco - Piuí - Pomba-rola - Pombo - Poupa - Pula-pula - Puruchém - Perdigão
Q
Quero-quero - Quetzal
R
Rabicurta - Rabirruivo - Rabo-branco - Rabo-de-espinho - Rabo-de-palha - Rabudinho - Rapazinho - Rendeira - Rola - Rola-do-mar - Rolieiro - Rolinha - Rouxinol
S
Sabiá - Saci - Saíra - Sanã - Sanhaçu - Saracura - Saripoca - Satin-azul - Saudade - Saurá - Sebinho - Secretário - Seixoeira - Seriema - Sertanejo - Sisão - Socó - Socoí - Soldadinho-do-araripe - Solta-asa - Sombria - Sovela - Suindara - Suiriri - Surucuá - Sururina
T
Tachã - Tacuatí - Tagarela - Taioca - Takahe - Talha-mar - Tangará - Tapaculo - Tanoca - Taoca - Taperá - Taperuçu - Tapicuru - Tarambola - Tartaranhão - Tatuato - Tauoca - Tecelão - Tentilhão - Tesourão - Tesourinha - Tetraz - Téu-téu - Tibirro - Tico-tico - Tiê - Tietinga - Tinguaçu - Tio-tio - Tiriba - Tiriva - Tiziu - Topázio - Topetinho - Torda - Tordo - Tordoveia - Torom - Toutinegra - Tovaca - Tovacuçu - Trepadeira - Tricolino - Trigueirão - Trinca-ferro - Trinta-reis - Triste-pia - Trombeteiro - Trovoada - Tucaninho - Tucano - Tufinho - Tuim - Tuiuiú - Tuju
U
Udu - Uirapuru - Uiratatá - Uru (ave) - Urubuzinho - Urubu - Urutau - Urubu-rei
V
Verdilhão - Vite-vite - Viúva - Viu-vi
X
Xexéu - Ximango
Z
Zaragateiro - Zarro - Zidedê - Zombeteiro
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Lista de aves de Portugal
Esta é uma lista de aves que ocorrem em Portugal organizada pela sua classificação científica. Em Portugal encontram-se quase 600 espécies de aves, com registos novos quase todos anos. Esta lista inclui 496 espécies, e inclui a Madeira (M) e Açores (A); deste número, 14 encontram-se ameaçadas de extinção (@), 9 representam espécies introduzidas (int) e algumas são raras ou acidentais (R). A lista está organizada conforme a taxonomia de Sibley-Ahlquist.
Ciconiiformes
Gaviidae
Mobelha-pequena - Gavia stellata
Mobelha-árctica - Gavia arctica
Mobelha-grande - Gavia immer
Podicipedidae
Mergulhão-caçador - Podilymbus podiceps M, A
Mergulhão-pequeno - Tachybaptus ruficollis
Mergulhão-de-crista - Podiceps cristatus
Mergulhão-de-pescoço-castanho - Podiceps auritus R
Mergulhão-de-pescoço-preto - Podiceps nigricollis
Diomedeidae
Albatroz-de-sobrancelha - Thalassarche melanophris
Albatroz-gigante - Diomedea exulans1
Procellariidae
Fulmar-glacial - Fulmarus glacialis R
Freira-das-bermudas - Pterodroma cahow1 R
Grazina-de-trindade - Pterodroma arminjoniana M, A
Freira-do-bugio - Pterodroma feae M, A, @
Freira-da-madeira - Pterodroma madeira M, A, @
Alma-negra - Bulweria bulwerii
Cagarra - Calonectris diomedea
Cagarra-de-cabo-verde - Calonectris edwardsii M, A
Pardela-de-bico-preto - Puffinus gravis
Pardela-preta - Puffinus griseus
Pardela-sombria - Puffinus puffinus
Pardela-do-mediterrâneo - Puffinus mauretanicus @
Pardela-pequena - Puffinus assimilis
Hydrobatidae
Painho-de-wilson - Oceanites oceanicus
Painho-de-cauda-quadrada
Painho-de-ventre-branco - Pelagodroma marina
Painho-de-cauda-quadrada - Hydrobates pelagicus
Painho-de-cauda-forcada - Oceanodroma leucorhoa
Painho-de-swinhoe - Oceanodroma monorhis
Painho-da-madeira - Oceanodroma castro
Phaethontidae
Rabo-de-palha - Phaethon aethereus R
Sulidae
Atobá-pardo - Sula leucogaster R
Ganso-patola - Morus bassanus
Phalacrocoracidae
Corvo-marinho-de-faces-brancas - Phalacrocorax carbo
Corvo-marinho-de-crista - Phalacrocorax aristotelis
Corvo-marinho-de-orelhas - Phalacrocorax auritus M, A
Pelecanidae
Pelicano-vulgar - Pelecanus onocrotalus R ou int
Fregatidae
Fragata-comum - Fregata magnificens M, A
Ardeidae
Abetouro-comum - Botaurus stellaris
Abetouro-lentiginoso - Botaurus lentiginosus M, A
Garça-pequena - Ixobrychus minutus M, A
Socoí-vermelho - Ixobrychus exilis M, A
Socó-taquari - Nycticorax nycticorax
Socó-mirim - Butorides virescens M, A
Papa-ratos - Ardeola ralloides
Garça-vaqueira - Bubulcus ibis
Garcinha-branca - Egretta garzetta
Garça-dos-recifes - Egretta gularis R
Garça-tricolor - Egretta tricolor M,A
Garça-branca-pequena - Egretta thula M, A
Garça-azul - Egretta caerulea M,A
Garça-branca-grande - Ardea alba
Garça-real-européia - Ardea cinerea
Garça-azul-grande - Ardea herodias M, A
Garça-vermelha - Ardea purpurea
Ciconiidae
Flamingo-pequeno
Cegonha-preta - Ciconia nigra
Cegonha-branca - Ciconia ciconia
Threskiornithidae
Íbis-calva - Geronticus eremita M, A, @
Íbis-preta - Plegadis falcinellus
Colhereiro - Platalea leucorodia
Phoenicopteridae
Flamingo-comum - Phoenicopterus roseus
Flamingo-pequeno - Phoenicopterus minor R, @
Pandionidae
Águia-pesqueira - Pandion haliaetus
Accipitridae
Bútio-vespeiro - Pernis apivorus
Peneireiro-cinzento - Elanus caeruleus
Milhafre-preto - Milvus migrans
Milhafre-real - Milvus milvus
Águia-rabalva - Haliaeetus albicilla @
Quebra-ossos - Gypaetus barbatus (extinto em Portugal)
Abutre-do-egipto - Neophron percnopterus
Grifo-de-rüppell - Gyps rueppellii
Grifo-comum - Gyps fulvus
Abutre-preto - Aegypius monachus @
Águia-cobreira - Circaetus gallicus
Tartaranhão-ruivo-dos-pauis - Circus aeruginosus
Tartaranhão-azulado - Circus cyaneus
Tartaranhão-caçador - Circus pygargus
Açor - Accipiter gentilis
Gavião-da-europa - Accipiter nisus
Águia-de-asa-redonda - Buteo buteo
Búteo-calçado - Buteo lagopus M, A
Búteo-mouro - Buteo rufinus
Águia-gritadeira - Aquila clanga R
Águia-pomarina - Aquila pomarina R
Águia-imperial-ibérica - Aquila adalberti @
Águia-real - Aquila chrysaetos
Águia-de-bonelli - Hieraaetus fasciatus
Águia-calçada - Aquila pennatus
Falconidae
Falcão-peregrino
Peneireiro-das-torres - Falco naumanni @
Peneireiro-vulgar - Falco tinnunculus
Quiriquiri - Falco sparverius M, A
Falcão-de-pés-vermelhos - Falco vespertinus
Esmerilhão - Falco columbarius
Falcão-da-rainha - Falco eleonorae
Ógea - Falco subbuteo
Alfaneque - Falco biarmicus
Falcão-gerifalte - Falco rusticolus
Falcão-tagarote - Falco pelegrinoides M, A
Falcão-peregrino - Falco peregrinus
Haematopodidae
Ostraceiro-das-canárias - Haematopus meadewaldoi M, A, @
Ostraceiro - Haematopus ostralegus
Recurvirostridae
Pernilongo - Himantopus himantopus
Alfaiate - Recurvirostra avosetta
Burhinidae
Alcaravão - Burhinus oedicnemus
Glareolidae
Corredor - Cursorius cursor R
Perdiz-do-mar-comum - Glareola pratincola
Charadriidae
Borrelho-pequeno-de-coleira - Charadrius dubius
Borrelho-grande-de-coleira - Charadrius hiaticula
Borrelho-semipalmado - Charadrius semipalmatus M, A
Borrelho-de-dupla-coleira - Charadrius vociferus R
Borrelho-de-coleira-interrompida - Charadrius alexandrinus
Borrelho-mongol - Charadrius mongolus R
Borrelho-ruivo - Charadrius morinellus
Tarambola-dourada-pequena - Pluvialis dominica R
Tarambola-dourada-siberiana - Pluvialis fulva R
Tarambola-dourada - Pluvialis apricaria
Tarambola-cinzenta - Pluvialis squatarola
Abibe-sociável - Vanellus gregarius R, @
Abibe-comum - Vanellus vanellus
Scolopacidae
Maçarico-bastardo
Galinhola - Scolopax rusticola
Narceja-galega - Lymnocryptes minimus
Narceja-comum - Gallinago gallinago
Narceja-real - Gallinago media R @
Maçarico-de-costa-branca - Limnodromus griseus M, A
Maçarico-escolopáceo-americano - Limnodromus scolopaceus R
Maçarico-de-bico-direito - Limosa limosa
Fuselo - Limosa lapponica
Maçarico-galego - Numenius phaeopus
Maçarico-de-bico-fino - Numenius tenuirostris @
Maçarico-real - Numenius arquata
Maçarico-do-campo - Bartramia longicauda R
Perna-vermelha-escuro - Tringa erythropus
Perna-vermelha-comum - Tringa totanus
Perna-verde-fino - Tringa stagnatilis
Perna-verde-comum - Tringa nebularia
Perna-amarela-grande - Tringa melanoleuca R
Perna-amarela-pequeno - Tringa flavipes R
Maçarico-solitário - Tringa solitaria R
Maçarico-bique-bique - Tringa ochropus
Maçarico-bastardo - Tringa glareola
Maçarico-sovela - Xenus cinereus
Maçarico-das-rochas - Actitis hypoleucos
Maçarico-maculado - Actitis macularius R
Maçarico-de-asa-branca - Catoptrophorus semipalmatus M, A
Rola-do-mar - Arenaria interpres
Seixoeira - Calidris canutus
Pilrito-das-praias - Calidris alba
Pilrito-semipalmado - Calidris pusilla R
Pilrito-de-maur - Calidris mauri M, A
Pilrito-pequeno - Calidris minuta
Pilrito-de-temminck - Calidris temminckii
Pilrito-anão - Calidris minutilla M, A
Pilrito-de-uropígio-branco - Calidris fuscicollis R
Pilrito-de-baird - Calidris bairdii M, A
Pilrito-peitoral - Calidris melanotos
Pilrito-acuminado - Calidris acuminata R
Pilrito-de-bico-comprido - Calidris ferruginea
Pilrito-escuro - Calidris maritima
Pilrito-comum - Calidris alpina R
Pilrito-falcinelo - Limicola falcinellus R
Pilrito-canela - Tryngites subruficollis R
Combatente - Philomachus pugnax
Falaropo-de-wilson - Phalaropus tricolor R
Falaropo-de-bico-fino - Phalaropus lobatus
Falaropo-de-bico-grosso - Phalaropus fulicaria
Stercorariidae
Moleiro-pomarino - Stercorarius pomarinus
Moleiro-parasítico - Stercorarius parasiticus
Moleiro-de-cauda-comprida - Stercorarius longicaudus R
Moleiro-grande - Stercorarius skua
Laridae
Alcatraz-de-cabeça-preta - Larus ichthyaetus
Gaivota-de-cabeça-preta - Larus melanocephalus
Gaivota-alegre - Larus atricilla R
Gaivota-de-franklin - Larus pipixcan R
Gaivota-pequena - Larus minutus
Gaivota-de-sabine - Larus sabini
Gaivota-de-bonaparte - Larus philadelphia
Guincho-comum
Guincho-comum - Larus ridibundus
Gaivota-de-bico-fino - Larus genei
Gaivota-de-audouin - Larus audouinii @
Gaivota-de-delaware - Larus delawarensis
Gaivota-parda - Larus canus
Gaivota-de-asa-escura - Larus fuscus
Gaivota-prateada - Larus argentatus
Gaivota-prateada-americana - Larus smithsonianus
Gaivota-de-patas-amarelas - Larus michahellis
Gaivota-polar - Larus glaucoides
Gaivota-hiperbórea - Larus hyperboreus
Gaivotão-real - Larus marinus
Gaivota-tridáctila - Rissa tridactyla
Sternidae
Gaivina-de-bico-preto - Sterna nilotica
Gaivina-de-bico-vermelho - Sterna caspia
Garajau-real - Sterna maximus R
Gaivina-de-bico-laranja - Sterna bengalensis
Garajau-comum - Sterna sandvicensis
Andorinha-do-mar-rósea - Sterna dougallii
Andorinha-do-mar-comum - Sterna hirundo
Andorinha-do-mar-árctica - Sterna paradisaea
Gaivina-de-forster - Sterna forsteri R
Gaivina-de-dorso-castanho - Sterna anaethetus M, A
Andorinha-do-mar-escura - Sterna fuscata R
Andorinha-do-mar-anã - Sterna albifrons
Gaivina-de-faces-brancas - Chlidonias hybridus
Gaivina-preta - Chlidonias niger
Gaivina-de-asa-branca - Chlidonias leucopterus
Alcidae
Arau-comum - Uria aalge
Torda-mergulheira - Alca torda
Airo-de-asa-branca - Cepphus grylle
Torda-anã - Alle alle
Papagaio-do-mar - Fratercula arctica
Pteroclididae
Cortiçol-de-barriga-branca - Pterocles alchata
Cortiçol-de-barriga-preta - Pterocles orientalis
Zarro-negrinha
Anseriformes
Anatidae
Marreca-peba - Dendrocygna bicolor M, A
Cisne-vulgar - Cygnus olor
Cisne-pequeno - Cygnus columbianus
Cisne-bravo - Cygnus cygnus
Ganso-campestre - Anser fabalis
Ganso-de-bico-curto - Anser brachyrhynchus M, A
Ganso-grande-de-testa-branca - Anser albifrons
Ganso-comum - Anser anser
Ganso-das-neves - Anser caerulescens M, A
Ganso-de-faces-brancas - Branta leucopsis R
Ganso-de-faces-negras - Branta bernicla R
Pato-ferrugíneo - Tadorna ferruginea R
Pato-branco - Tadorna tadorna
Pato-carolino - Aix sponsa int
Piadeira - Anas penelope
Piadeira-americana - Anas americana
Pato-falcado - Anas falcata
Frisada - Anas strepera
Marrequinha-comum - Anas crecca
Pato-real - Anas platyrhynchos
Pato-escuro-americano - Anas rubripes M, A
Arrabio - Anas acuta
Pato-de-cauda-afilada
Marreco - Anas querquedula
Pato-d'asa-azul - Anas discors R
Pato-trombeteiro - Anas clypeata
Pardilheira - Marmaronetta angustirostris R, @
Pato-de-bico-vermelho - Netta rufina
Zarro-comum - Aythya ferina
Zarro-de-colar - Aythya collaris R
Zarro-castanho - Aythya nyroca @
Zarro-negrinha - Aythya fuligula
Zarro-bastardo - Aythya marila
Zarro-americano - Aythya affinis R
Êider-edredão - Somateria mollissima R
Êider-de-steller - Polysticta stelleri R
Pato-de-cauda-afilada - Clangula hyemalis R
Pato-preto - Melanitta nigra
Pato-careto - Melanitta perspicillata R
Pato-fusco - Melanitta fusca
Pato-de-touca-branca - Bucephala albeola R
Pato-olho-d'ouro - Bucephala clangula
Merganso-pequeno - Mergellus albellus
Merganso-de-poupa - Mergus serrator
Merganso-grande - Mergus merganser
Pato-de-rabo-alçado-americano - Oxyura jamaicensis int
Pato-de-rabo-alçado - Oxyura leucocephala @
Galliformes
Tetraonidae
Tetraz - Tetrao urogallus M, A
Odontophoridae
Codorniz-da-virgínia - Colinus virginianus M, A
Phasianidae
Perdiz-comum
Perdiz-das-rochas - Alectoris graeca
Perdiz-moura - Alectoris barbara int
Perdiz-comum - Alectoris rufa
Perdiz-cinzenta - Perdix perdix
Codorniz - Coturnix coturnix
Faisão - Phasanius colchicus int
Turniciformes
Turnicidae
Toirão - Turnix sylvatica extinto em Portugal
Gruiformes
Gruidae
Grou-pequeno - Anthropoides virgo
Grou-comum - Grus grus
Grou-do-canadá - Grus canadensis M, A
Rallidae
Frango-d'água - Rallus aquaticus
Codornizão - Crex crex R, @
Franga-d'água-preta - Amaurornis flavirostris M, A
Franga-d'água-grande - Porzana porzana
Franga-d'água-bastarda - Porzana parva R
Franga-d'água-pequena - Porzana pusilla R
Caimão-comum - Porphyrio porphyrio
Caimão-de-allen - Porphyrio alleni R
Galinha-d'água-azul - Porphyrio martinica R
Galinha-d'água - Gallinula chloropus
Galeirão-de-crista - Fulica cristata R
Galeirão-comum - Fulica atra
Galeirão-americano - Fulica americana R
Otididae
Abetarda-comum - Otis tarda @
Sisão - Tetrax tetrax @
Columbiformes
Columbidae
Pombo-doméstico - Columba livia
Pombo-bravo - Columba oenas
Pombo-torcaz - Columba palumbus
Pombo-da-madeira - Columba trocaz M
Rola-comum - Streptopelia turtur
Rola-turca - Streptopelia decaocto
Rola-do-senegal - Streptopelia senegalensis int
Psittaciformes
Psittacidae
Periquito-de-colar - Psittacula krameri int
Cuculiformes
Cuculidae
Cuco-rabilongo - Clamator glandarius
Cuco-canoro - Cuculus canorus
Cuco-de-bico-preto - Coccyzus erythropthalmus M, A
Cuco-de-bico-amarelo - Coccyzus americanus M, A
Strigiformes
Tytonidae
Coruja-das-torres - Tyto alba
Bufo-real
Strigidae
Mocho-d'orelhas - Otus scops
Bufo-real - Bubo bubo
Coruja-das-neves - Bubo scandiacus M, A
Mocho-galego - Athene noctua C
Coruja-do-mato - Strix aluco
Bufo-pequeno - Asio otus
Coruja-do-nabal - Asio flammeus
Coruja-moura - Asio capensis
Caprimulgidae
Bacurau-americano - Chordeiles minor M, A
Noitibó-da-europa - Caprimulgus europaeus
Noitibó-de-nuca-vermelha - Caprimulgus ruficollis
Apodiformes
Apodidae
Andorinhão-preto - Apus apus
Andorinhão-pálido - Apus pallidus
Andorinhão-real - Apus melba
Andorinhão-pequeno - Apus affinis R
Andorinhão-da-serra - Apus unicolor M, A
Andorinhão-cafre - Apus caffer
Coraciiformes
Alcedinidae
Guarda-rios-comum - Alcedo atthis
Meropidae
Abelharuco-comum - Merops apiaster
Coraciidae
Rolieiro-comum - Coracias garrulus
Upupiformes
Upupidae
Poupa - Upupa epops
Piciformes
Picidae
Torcicolo - Jynx torquilla
Pica-pau-verde - Picus viridis
Pica-pau-malhado-grande - Dendrocopos major
Pica-pau-malhado-pequeno - Dendrocopos minor
Pica-pau-mediano - Dendrocopos medius R
Passeriformes
Alaudidae
Calhandra-de-dupont - Chersophilus duponti extinta
Calhandra-real - Melanocorypha calandra
Calhandrinha-comum - Calandrella brachydactyla
Calhandrinha-das-marismas - Calandrella rufescens
Cotovia-de-poupa - Galerida cristata
Cotovia-montesina - Galerida theklae
Cotovia-pequena - Lullula arborea
Laverca - Alauda arvensis
Hirundinidae
Andorinha-das-chaminés
Andorinha-das-barreiras - Riparia riparia
Andorinha-das-rochas - Ptyonoprogne rupestris
Andorinha-das-chaminés - Hirundo rustica
Andorinha-dáurica - Hirundo daurica
Andorinha-dos-beirais - Delichon urbica
Regulidae
Estrelinha-de-poupa - Regulus regulus
Estrelinha-de-cabeça-listada - Regulus ignicapillus
Bis-bis ou estrelinha-real - Regulus madeirensis
Bombycillidae
Tagarela-europeu - Bombycilla garrulus R
Cinclidae
Melro-d'água - Cinclus cinclus
Cisticolidae
Fuinha-dos-juncos - Cisticola juncidis
Sylviidae
Crias de felosa-assobiadeira
Rouxinol-bravo - Cettia cetti
Felosa-malhada - Locustella naevia
Felosa de Pallas - Locustella certhiola R
Felosa-fluvial - Locustella fluviatilis R
Felosa-unicolor - Locustella luscinioides
Felosa-real - Acrocephalus melanopogon
Felosa-aquática - Acrocephalus paludicola R
Felosa-dos-juncos - Acrocephalus schoenobaenus
Felosa-agrícola - Acrocephalus agricola R
Rouxinol-pequeno-dos-caniços - Acrocephalus scirpaceus
Felosa-palustre - Acrocephalus palustris R
Rouxinol-grande-dos-caniços - Acrocephalus arundinaceus
Felosa-pálida - Hippolais opaca
Felosa-cítica - Hippolais caligata R
Felosa-poliglota - Hippolais polyglotta
Felosa-icterina - Hippolais icterina
Felosa-musical - Phylloscopus trochilus
Felosa-comum - Phylloscopus collybita
Felosa-ibérica - Phylloscopus ibericus
Felosa-de-bonelli - Phylloscopus bonelli
Felosa-assobiadeira - Phylloscopus sibilatrix R
Felosa-sombria - Phylloscopus fuscatus R
Felosa-bilistada - Phylloscopus inornatus R
Felosa-de-pallas - Phylloscopus proregulus R
Toutinegra-de-barrete-preto - Sylvia atricapilla
Felosa-das-figueiras - Sylvia borin
Papa-amoras-comum - Sylvia communis
Papa-amoras-cinzento - Sylvia curruca R
Toutinegra-real - Sylvia hortensis
Toutinegra-carrasqueira - Sylvia cantillans
Toutinegra-de-cabeça-preta - Sylvia melanocephala
Toutinegra-tomilheira - Sylvia conspicillata
Felosa-do-mato - Sylvia undata
Toutinegra-de-menetries - Sylvia mystacea R
Muscicapidae
Papa-moscas-cinzento - Muscicapa striata
Papa-moscas-preto - Ficedula hypoleuca
Papa-moscas-de-colar - Ficedula albicollis R
Papa-moscas-pequeno - Ficedula parva
Pisco-de-peito-ruivo - Erithacus rubecula
Pisco-de-peito-azul - Luscinia svecica
Rouxinol-comum - Luscinia megarhynchos
Rouxinol-do-mato - Cercotrichas galactotes
Rabirruivo-preto - Phoenicurus ochruros
Rabirruivo-de-testa-branca - Phoenicurus phoenicurus
Rabirruivo-mourisco - Phoenicurus moussieri
Cartaxo-nortenho - Saxicola rubetra
Cartaxo-comum - Saxicola rubicola
Cartaxo-siberiano - Saxicola maurus R > verificar nome comum
Chasco-cinzento - Oenanthe oenanthe
Chasco-isabel - Oenanthe isabellina M, A
Chasco-do-deserto - Oenanthe deserti M, A
Chasco-ibérico - Oenanthe hispanica
Chasco-preto - Oenanthe leucura
Chasco-de-barrete-branco - Oenanthe leucopyga R
Melro-das-rochas - Monticola saxatilis
Melro-azul - Monticola solitarius
Tordo-dos-bosques - Hylocichla mustelina M, A
Melro-de-peito-branco - Turdus torquatus
Melro-preto - Turdus merula
Tordo-escuro - Turdus obscurus R
Tordo-zornal - Turdus pilaris
Tordo-ruivo - Turdus iliacus
Tordo-comum - Turdus philomelos
Tordeia - Turdus viscivorus
Aegithalidae
Chapim-rabilongo - Aegithalos caudatus
Paridae
Chapim-palustre - Parus palustris R
Chapim-carvoeiro - Parus ater
Chapim-de-poupa - Parus cristatus
Chapim-real - Parus major
Chapim-azul - Parus caeruleus
Sittidae
Trepadeira-azul - Sitta europaea
Trepadeira-dos-muros - Tichodroma muraria R
Certhiidae
Trepadeira-comum - Certhia brachydactyla
Carriça - Troglodytes troglodytes
Remizidae
Chapim-de-faces-pretas - Remiz pendulinus
Laniidae
Picanço-real - Lanius meridionalis
Picanço-de-dorso-ruivo - Lanius collurio
Picanço-barreteiro - Lanius senator
Corvidae
Papa-figos - Oriolus oriolus
Gralha-preta - Corvus corone
Corvo-comum - Corvus corax
Gralha-de-nuca-cinzenta - Corvus monedula
Gralha-calva - Corvus frugilegus R
Gaio-comum - Garrulus glandarius
Gralha-de-bico-vermelho - Pyrrhocorax pyrrhocorax
Pega-rabuda - Pica pica
Quebra-nozes - Nucifraga caryocatactes R
Pega-azul - Cyanopica cyanus
Sturnidae
Estorninho-rosado - Sturnus roseus R
Estorninho-malhado - Sturnus vulgaris
Estorninho-preto - Sturnus unicolor
Mainá-de-crista - Acridotheres cristatellus int
Fringillidae
Verdilhão
Triste-pia - Dolichonyx oryzivorus R
Tentilhão-comum - Fringilla coelebs
Tentilhão-montês - Fringilla montifringilla
Cruza-bico-papagaio - Loxia pytyopsittacus
Cruza-bico - Loxia curvirostra
Verdilhão - Carduelis chloris
Pintarroxo-de-queixo-preto - Carduelis flammea R
Lugre - Carduelis spinus
Pintassilgo - Carduelis carduelis
Pintarroxo-de-bico-amarelo - Carduelis flavirostris R
Pintarroxo-comum - Carduelis cannabina R
Chamariz-comum - Serinus serinus
Canário - Serinus canaria M, A
Verdilhão-serrano - Serinus citrinella R
Dom-fafe - Pyrrhula pyrrhula
Priolo - Pyrrhula murina @
Bico-grossudo - Coccothraustes coccothraustes
Pintarroxo-trombeteiro - Rhodopechys githaginea
Pintarroxo-vermelho - Carpodacus erythrinus
Escrevedeira-amarela - Emberiza citrinella
Escrevedeira-de-garganta-preta Emberiza cirlus
Cia - Emberiza cia
Sombria - Emberiza hortulana
Escrevedeira-pigmeia - Emberiza pusilla R
Escrevedeira-rústica - Emberiza rustica R
Escrevedeira-aureolada - Emberiza aureola R
Escrevedeira-de-pallas - Emberiza pallasi R
Escrevedeira-dos-caniços - Emberiza schoeniclus
Trigueirão - Miliaria calandra
Escrevedeira-das-neves - Plectrophenax nivalis
Escrevedeira-da-lapónia - Calcarius lapponicus
Mariquita-amarela - Dendroica petechia M, A
Mariquita-coroada - Dendroica coronata M, A
Mariquita-de-rabo-vermelho - Setophaga ruticilla M, A
Mariquita-boreal - Seiurus noveboracensis M, A
Passeridae
Pardal-doméstico - Passer domesticus
Pardal-espanhol - Passer hispaniolensis
Pardal-montês - Passer montanus
Pardal-francês - Petronia petronia
Pardal-das-neves - Montifringilla nivalis R
Alvéola-citrina - Motacilla citreola R
Alvéola-branca - Motacilla alba
Alvéola-cinzenta - Motacilla cinerea
Alvéola-amarela - Motacilla flava
Petinha-de-richard - Anthus richardi
Petinha-de-blyth - Anthus godlewskii R
Petinha-dos-campos - Anthus campestris R
Corre-caminho - Anthus berthelotii M, A
Petinha-silvestre - Anthus hodgsoni R
Petinha-das-árvores - Anthus trivialis
Petinha-dos-prados - Anthus pratensis
Petinha-de-garganta-ruiva - Anthus cervinus R
Petinha-ribeirinha - Anthus spinoletta
Petinha-marítima - Anthus petrosus
Ferreirinha-comum - Prunella modularis
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Tecelão-de-cabeça-preta - Ploceus melanocephalus int
Bispo-de-coroa-amarela - Euplectes afer int
Bico-de-lacre-comum - Estrilda astrild int
Bico-de-chumbo-de-cabeça-preta - Lonchura malacca int
Bengali-vermelho - Amandava amandava int
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Plantas de Portugal
Asphodelus ramosus
A vegetação de Portugal é composta por uma diversidade de espécies atlânticas, europeias, mediterrânicas e africanas.1 De acordo com Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) foram encontradas mais de 3.995 espécies em Portugal,2 sendo 3314 no continente, 1006 no Arquipélago dos Açores e 1233 na Madeira.3 A lista seguinte contém as plantas endêmicas para Portugal Continental, Ilhas dos Açores e Ilha da Madeira:4
Gentiana lutea.
Phillyrea latifolia.
Pyrus bourgaeana.
Rhamnus alaternus.
Agrostis botelhoi
Asphodelus ramosus
Congestiflora
Agrostis gracililaxa
Ammi trifoliatum
Angelica lignescens
Arceuthobium azoricum
Azorina vidalii
Bellis azorica
Biscutella sempervirens subsp. vicentina
Cardamine caldeirarum
Chamaemeles coriacea
Echium candicans
Gentiana lutea
Hypericum foliosum
Iberis procumbens subsp. microcarpa
Juniperus brevifolia
Linaria bipunctata subsp. glutinosa
Marcetella maderensis
Marsilea azorica
Pericallis malvifolia
Picconia azorica
Phillyrea latifolia
Platanthera micrantha
Prunus azorica
Pyrus bourgaeana
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Rosa mandonii
Rubus grandifolius
Rubus hochstetterorum
Thymus lotocephalus
Tolpis azorica
Famílias
Espécie da família Amaryllidaceae.
Com base em uma pesquisa realizada por 18 botânicos5 foram encontradas as seguintes famílias na flora portuguesa:6
Amaryllidaceae
Asteraceae
Cyperaceae
Crassulaceae
Juncaceae
Iridaceae
Orchidaceae
Orchidaceae
Poaceae
Callitrichaceae
Lamiaceae
Rhamnaceae
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Lista de anfíbios de Portugal
A lista de anfíbios de Portugal inclui todas as espécies de rãs, sapos, salamandras e tritões existentes em Portugal. A lista inclui 20 espécies e está organizada porordem e família. A Península Ibérica é uma zona de elevado número de espécies endémicas, incluindo várias espécies de anfíbios. Isto deve-se a que, durante a últimaglaciação, várias espécies se refugiram nas penínsulas do sul da Europa1 . São endémicas da Península Ibérica: a salamandra-lusitânica, o tritão-ibérico, o sapo-parteiro-ibérico, a rã-de-focinho-pontiagudo e a rã-ibérica.
Em relação à conservação ambiental, os anfíbios estão menos ameaçados que os répteis, em Portugal2 . No entanto, as populações de anfíbios em todo o mundo estão a sofrer um acentuado declínio devido principalmente à perda de habitat, doenças, e mudanças climáticas3 4 . Em Portugal, foi detectado no Gerês que várias espécies de tritões e rãs estavam infectadas com uma espécie desconhecida de vírus5 .
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Dragão-de-komodo - Descrição - Sentidos - Evolução - Ecologia - Dieta - Veneno e bactérias - Reprodução - Partenogénese - História - Descoberta pela cultura Ocidental - Estudos - Preservação - Em cativeiro - Répteis - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
Dragão-de-komodo
Estado de conservação
Vulnerável
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Sauria
Família: Varanidae
Género: Varanus
Espécie: V. komodoensis
Nome binomial
Varanus komodoensis
Ouwens, 19121
Distribuição geográfica
Dragão-de-komodo ou crocodilo-da-terra (Varanus komodoensis) é uma espécie de lagarto que vive nas ilhas de Komodo, Rinca, Gili Motang e Flores, na Indonésia.2 Pertence à família de lagartos-monitores Varanidae, e é a maior espécie de lagarto conhecida, chegando a atingir 2–3 m de comprimento e 70 kg de peso. O seu tamanho invulgar é atribuído a gigantismo insular, uma vez que não há outros animais carnívoros para preencher o nicho ecológico nas ilhas onde ele vive, e também ao seu baixo metabolismo.3 4 Como resultado deste gigantismo, estes lagartos, juntamente com as bactérias simbiontes, dominam o ecossistema onde vivem.5 Apesar dos dragões-de-komodo comerem principalmente carniça, eles também caçam e fazem emboscadas a presas incluindo invertebrados, aves e mamíferos.
A época de reprodução começa entre maio e agosto, e os ovos são postos em setembro. Cerca de vinte ovos são depositados em ninhos de Megapodiidae abandonados e ficam a incubar durante sete a oito meses, e a eclosão ocorre em abril, quando há abundância de insectos. Dragões-de-komodo juvenis são vulneráveis e, por isso, abrigam-se em árvores, protegidos de predadores e de adultos canibais. Demoram cerca de três a cinco anos até chegarem à idade de reprodução, e podem viver até aos cinquenta anos. São capazes de se reproduzir por partenogénese, no qual ovos viáveis são postos sem serem fertilizados por machos.
Os dragões-de-komodo foram descobertos por cientistas ocidentais em 1910. O seu grande tamanho e reputação feroz fazem deles uma exibição popular em zoológicos. Na natureza, a sua área de distribuição contraiu devida a actividades humanas e estão listadas como espécie vulnerável pela UICN. Estão protegidos pela lei da Indonésia, e um parque nacional, o Parque Nacional de Komodo, foi fundado para ajudar os esforços de protecção.
O dragão-de-komodo é conhecido, para os nativos da ilha de Komodo, como ora, buaya darat (crocodilo da terra) ou biawak raksasa (monitor gigante).6 7
Descrição
Detalhe da pele de um dragão-de-komodo.
Robusto e com aparência de dinossauro, pode medir até 3 m de comprimento e pesar até 100 kg. A cor de sua pele é cinzenta e marrom. Sua dieta baseia-se em porcos selvagens (javalis), cabras, veados, búfalos, cavalos, macacos, dragões-de-komodo menores, insectos e até seres humanos. Também se alimenta de carniça de animais e, com o seu faro, pode localizar uma carcaça de animal a quilômetros de distância, sendo capaz de devorá-la por completo.
Cada uma das quatro patas do dragão-de-komodo possui cinco garras. No interior de sua mandíbula habitam bactérias letais, sendo que os animais que conseguem escapar de suas garras acabam morrendo por infecções. Para se alimentar de animais vivos, o dragão derruba a sua vítima com a sua cauda e depois corta-o em pedaços com os dentes. Quando trata-se de animal grande, como um búfalo, o dragão ataca-o sorrateiramente com uma mordida e espera o animal morrer pela infecção produzida pelas bactérias. O lagarto segue a vítima durante algum tempo até que a infecção se encarrega de prostrá-la, quando é então calmamente devorada. Costuma comer primeiro a língua e as entranhas, suas partes preferidas.
São ovíparos, colocando de quinze a trinta e cinco ovos por fêmea, na areia, ao final da estação das chuvas. Os ovos abrem-se depois de seis a oito semanas. Ao nascer, os pequenos dragões têm de 20 a 25 cm de comprimento. Vivem, em média, cinquenta anos. Nas ilhas onde são encontrados, os dragões-de-komodo são uma grande atração turística, apesar de haver registro da morte de um turista atacado por um dragão. Entretanto, normalmente não são animais agressivos, já que os habitantes locais convivem com eles diariamente nas praias.
dragões-de-komodo.
Existem outras espécies de lagartos gigantes, como o Varanus griseus, que é um animal terrestre, e o Varanus niloticus, que é um réptil com hábitos anfíbios, passando boa parte de sua vida na água. Vivem na África, sul da Ásia, Indonésia e Austrália. Variam muito de tamanho. O menor deles apresenta apenas 20 cm de comprimento.
Dois casos de partenogénese desta espécie foram documentados em 2006.8 9 10
Sentidos
Um dragão-de-komodo a apanhar sol.
O dragão-de-komodo usa a sua língua para detectar estímulos de sabor e cheiro, tal como em muitos outros répteis, com o sentido vomeronasal usando o órgão de Jacobson, um sentido que ajuda a navegação no escuro.11
Um dragão-de-komodo na Ilha Komodo usa a língua para amostrar o ar.
Com a ajuda de um vento favorável e do seu hábito de balançar a cabeça de um lado para o outro enquanto anda, os dragões-de-komodo são capazes de detectar carcaças a uma distância de 4-9,5 km12 .13
As narinas do dragão não são úteis para cheirar, pois estes animais não têm diafragma.12 14 Apresentam apenas algumas papilas gustativas na parte de trás da sua garganta.11 As escamas, algumas reforçadas com osso, têm placas sensoriais ligadas a nervos que facilitam o sentido do tacto. As escamas à volta das orelhas, lábios, queixo e das solas dos pés podem ter três ou mais placas sensoriais.12
O dragão-de-komodo não possui um sentido da audição particularmente apurado, apesar do canal auditivo ser bem visível, e é só capaz de ouvir sons entre os 400 e os 2000 hertz15 .7 É capaz de ver até aos 300 m mas, como as suas retinas só possuem cones, julga-se que tenham má visão nocturna. O dragão-de-komodo é capaz de ver a cores, mas tem pouca discriminação visual de objectos estacionários.13
Anteriormente, pensava-se que o dragão-de-komodo era surdo, pois um estudo relatou ausência de agitação em dragões-de-komodo selvagens em resposta a sussurros, vozes alta ou gritos. Isto foi contestado quando Joan Proctor, empregada do Zoológico de Londres, treinou uma espécime em cativeiro para sair da sua toca à espera de comida, depois de ouvir a sua voz e mesmo que ele não a conseguisse ver.16
Evolução
O desenvolvimento evolutivo do dragão-de-komodo teve início com o género Varanus, que se originou na Ásia há cerca de 40 milhões de anos e migrou para a Austrália. Há cerca de 15 milhões de anos, uma colisão entre a Austrália e o Sudoeste Asiático permitiu que os varanídeos se deslocassem para o que é agora o arquipélago indonésio. Crê-se que o dragão-de-komodo se diferenciou dos seus ancestrais australianos há 4 milhões de anos, estendendo a sua área de distribuição para Este até à ilha de Timor. O fim da Idade do Gelo, com a subida dramática do nível da água do mar, formou as ilhas onde os dragões-de-komodo habitam, isolando-os nas sua área de distribuição actual7
Ecologia
Grande plano do pé e cauda de um dragão-de-komodo.
O dragão-de-komodo prefere lugares quentes e secos e tipicamente vive em zonas de pasto abertos, savana e floresta tropical em elevações baixas. Sendo um animal ectotérmico (pecilotérmico), está mais activo durante o dia, apesar de exibir alguma actividade nocturna. Os dragões-de-komodo são maioritariamente solitários, juntando-se com outros apenas para acasalar e comer. São capazes de correr rapidamente em curtos disparos, até 20 km por hora, mergulhar até 4,5 m e trepar a árvores enquanto novos usando as suas garras.17 Para apanhar presas que estão fora do alcance, os dragões-de-komodo pode erguer-se nas suas patas traseiras e usar a sua cauda como apoio.16 Quando o dragão-de-komodo atinge o estado adulto, as suas garras são usadas primariamente como armas, pois o seu grande tamanho faz com que trepar a árvores não seja prático.12
O dragão-de-komodo, para se abrigar, cava buracos com os seus membros anteriores e garras, que podem medir de 1 a 3 m de largura.18 Devido ao seu grande tamanho, e hábito de dormir nestas covas, é capaz de conservar o calor corporal durante a noite diminuindo o tempo que precisam de estar ao sol para manter a temperatura corporal no dia seguinte.19 O dragão-de-komodo caça tipicamente durante a tarde, mas permanece na sombra durante a parte mais quente do dia.20 Estes locais de repouso especiais, normalmente localizados em falésias expostas à brisa fria do mar, são marcados com fezes e a vegetação é eliminada. Servem também como local estratégico de onde emboscar veados.21
Dieta
dragões-de-komodo em Rinca.
Os dragões-de-komodo são carnívoros. Apesar de comerem principalmente carniça,3 também emboscam presas vivas com um ataque furtivo. Quando presas adequadas chegam perto de um local de emboscada de um dragão, este irá subitamente à carga sobre o animal e tentará atingir a parte de baixo da garganta.12 É capaz de localizar a sua presa através do seu olfacto apurado, que consegue localizar um animal morto ou moribundo até uma distância de 9,5 km.12 Também já foram observados a deitar abaixo grandes porcos e veados com a sua cauda.22
Estes animais comem rasgando pedaços grandes de carne e engolindo-os inteiros enquanto seguram a carcaça com as patas anteriores. Para presas pequenas (até ao tamanho de uma cabra), conseguem engoli-las inteiras, usando as suas mandíbulas pouco articuladas, crânio flexível e estômago expansível. O conteúdo vegetal do estômago e intestinos são tipicamente evitados.21 Quantidades copiosas de saliva vermelha produzida pelos dragões-de-komodo ajudam a lubrificar a comida, mas ainda assim a deglutição demora muito tempo (15-20 minutos para engolir uma cabra). Os dragões-de-komodo tentam por vezes acelerar o processo espetando a carcaça contra uma árvore para forçá-las a descer a sua garganta, chegando a deitar árvores abaixo.21 Para prevenir que sufoquem enquanto engolem, respiram usando um tubo pequeno debaixo da língua que se liga ao pulmão.12 Depois de comerem até 80 por cento do seu peso corporal numa refeição,5 arrasta-se até um sítio soalheiro para acelerar a digestão, pois a comida pode apodrecer e envenená-los se deixada por digerir muito tempo. Devido ao seu metabolismo lento, dragões grandes podem sobreviver com apenas 12 refeições por ano.12 Depois da digestão, o dragão-de-komodo regurgita uma massa de cornos, cabelo e dentes, que está coberto num muco mal-cheiroso. Depois da regurgitação, esfrega a cara na poeira ou nos arbustos para se livrar do muco, sugerindo que, tal como os humanos, não aprecia o cheiro das suas próprias excreções.12
Jovem dragão-de-komodo em Rinca alimentando-se de uma carcaça de búfalo-asiático.
Os animais maiores geralmente comem primeiro, enquanto os mais pequenos seguem uma hierarquia. O macho maior afirma a sua dominância e os machos mais pequenos mostram a sua submissão usando linguagem corporal e silvos. Dragões de tamanho igual podem recorrer a uma "luta livre". Os vencidos normalmente retiram-se, apesar de alguns já terem sido observados a ser mortos e comidos pelos vencedores.12
A dieta do dragão-de-komodo é abrangente e inclui invertebrados, outros répteis (incluindo dragões mais pequenos), aves, ovos de aves, pequenos mamíferos, macacos, javalis, cabras, veados, cavalos e búfalos.23 Komodos juvenis comem insectos, ovos, osgas, e pequenos mamíferos3 Ocasionalmente, também podem consumir humanos e cadáveres de humanos, escavando corpos de sepulturas pouco fundas.16 Este hábito de saltear sepulturas fez com que os habitantes de Komodo movessem os seus cemitérios de solos arenosos para argilosos e que empilhassem rochas em cima delas para impedir os lagartos.21 Os dragões-de-komodo podem ter evoluído para se alimentarem do elefante-pigmeu Stegodon que chegou a viver em Flores, de acordo com o biólogo evolutivo Jared Diamond.24 Estes animais também já foram observados a assustar intencionalmente um veado fêmea na esperança de provocar um aborto espontâneo cujos restos pudessem ser comidos, uma técnica que também já foi observada em grandes predadores africanos.24
Como os dragões-de-komodo não tem diafragma, não conseguem sugar água quando bebem, nem lambê-la com a língua. Em vez disso, eles bebem enchendo a boca com água, levantando a cabeça e deixando que a água desça pela garganta.12
Veneno e bactérias
Um dragão-de-komodo a dormir. Note as garras curvadas e compridas, usadas em lutas e na alimentação.
Em finais de 2005, investigadores da Universidade de Melbourne concluiram que o Varanus giganteus, uma outra espécie de monitor, e Agamidae podem ser venenosos. Pensava-se que mordeduras feitas por estes lagartos propiciavam infecções por causa das bactérias presentes na boca dos animais, mas a equipe de pesquisa mostrou que os efeitos imediatos eram causados por envenenamento ligeiro. Mordeduras em dedos de humanos por Varanus varius, um dragão-de-komodo e por um Varanus scalaris foram observadas, e todas produziram resultados semelhantes em humanos: inchaço rápido no espaço de minutos, interrupção localizada da coagulação do sangue, dor fulminante até ao cotovelo, alguns sintomas durando várias horas.25
Os dragões-de-komodo possuem também bactérias virulentas na sua saliva, das quais foram isoladas mais de 28 estirpes Gram-negativas e 29 Gram-positivas.26 Estas bactérias provocam septicémia nas suas vítimas; se uma mordidela inicial não matar a presa e ela escapa, irá normalmente sucumbir no espaço de uma semana devido à infecção resultante. As bactérias mais mortíferas na saliva destes animais parecem ser uma estirpe altamente mortífera de Pasteurella multocida, segundo estudos realizados com ratos de laboratório.27 Não há nenhum antídoto específico para as mordeduras de dragões, mas é normal sobreviver-se, se a área afectada for limpa e o paciente for tratado com antibióticos. Se não for tratado rapidamente, pode desenvolver-se gangrena à volta do local ferido, o que pode requerer que a área afectada seja amputada. Como estes lagartos parecem ser imunes aos seus próprios micróbios, muita pesquisa tem sido feita à procura da molécula antibacteriana na esperança que seja útil para a medicina humana.28
Reprodução
O acasalamento ocorre entre Maio e Agosto, sendo os ovos postos em Setembro.7 Durante este período, os machos lutam pelas fêmeas e território agarrando-se um ao outro enquanto estão levantados nas patas posteriores. O perdedor é eventualmente deitado ao chão. Estes machos podem vomitar ou defecar enquanto se preparam para a luta.16 O vencedor da luta irá depois mostra a língua à fêmea para receber informação sobre a sua receptividade.5 As fêmeas são antagonistas e resistem com as suas garras e dentes durante as primeiras fases do cortejo. Por isso, o macho tem de prender a fêmea totalmente durante o coito para evitar ferir-se. Outras cerimónias de acasalamento incluem machos esfregando o seu queixo na fêmea, arranhadelas nas costas e lambidelas.29 A copulação ocorre quando o macho inserte um dos seus hemipénis na cloaca da fêmea.13 Os dragões-de-komodo podem ser monógamos e formar um par estável, um comportamento raro em lagartos.16
Nesta imagem, a cauda longa e as garras são claramente visíveis.
A fêmea põe os seus ovos em tocas escavados nas vertentes de uma elevação ou em ninhos abandonados de Megapodius reinwardt, com preferência para os ninhos abandonados.30 A postura normalmente consiste de uma média de 20 ovos que estiveram em incubação durante 7 a 8 meses.16 A fêmea deita-se em cima dos ovos para os incubar e proteger até que eclodem por volta de Abril, no fim da época chuvosa quando há abundância de insectos. Para os juvenis, a saída da casca é um processo cansativo. Eles usam um dente especial que cai passado pouco tempo. Depois de cortarem a casca, os lagartos recém-eclodidos permanecem dentro da casca durante algumas horas antes de escavarem para fora do ninho.12 Jovens dragões-de-komodo passam grande parte dos seus primeiros anos em árvores, onde estão a salvo de predadores, incluindo adultos canibalescos, que fazem de dragões juvenis 10% da sua dieta.16 Segundo David Attenborough, o hábito de canibalismo pode ser vantajoso em suster o tamanho grande dos adultos, pois presas de tamanho médio são raras na ilha.22 Quando um jovem tem de aproximar-se de uma presa, rebolam em fezes e descansa em cima de intestinos de animais esvicerados para deter estes adultos esfomeados16 Os dragões-de-komodo tomam cerca de três ou cinco anos a se tornarem maduros, e podem viver até aos 50 anos.18
Partenogénese
Uma dragão-de-komodo no Zoológico de Londres chamada Sungai fez uma postura de ovos no fim de 2005 depois de estar separada de qualquer companhia masculina durante mais de dois anos. Os cientistas assumiram inicialmente que ela tinha sido capaz de armazenar esperma desde o seu contactos anteriores com um macho, uma adaptação conhecida como superfecundação.31 A 20 de Dezembro de 2006 foi relatado que Flora, uma dragão-de-komodo que vivia no Zoológico de Chester de Inglaterra, era a segunda dragão-de-komodo que fez uma postura de ovos não-fertilizados: ela pôs 11 ovos, sete dos quais eclodiram, todos eles machos.32 Cientistas de Universidade de Liverpool no Norte de Inglaterra fizeram testes genéticos aos três ovos que colapsaram quando foram transferidos para uma incubadora, e verificaram que a Flora não tinha tido contacto físico com um dragão macho. Após ser descoberta a condição dos ovos de Flora, testes mostraram que os ovos de Sungai também tinham sido produzidos sem fertilização externa.33
dragão-de-komodo partenogénico bebé, Zoológico de Chester, Inglaterra
Estes animais tem o sistema de determinação do sexo ZW em contraste com o sistema XY presente nos mamíferos. O facto de só terem nascido machos, mostra que os ovos não-fertilizados eram haplóides (n) e que duplicaram os seus cromossomas mais tarde para se tornarem diplóides (2n) (sendo fertilizados por um corpo polar, ou por duplicação dos cromossomas sem divisão celular, ao invés de ela por ovos diplóides por falha de uma das divisões meióticas reductores). Quando uma dragão-de-komodo fêmea (com os cromossomas sexuais ZW) se reproduz dessa maneira, fornece à sua prole apenas um cromossoma de cada par que possui, incluindo apenas um dos seus dois cromossomas sexuais. Este conjunto singular de cromossomas é duplicado no ovo, que se desenvolve partongeneticamente. Ovos que recebem um cromossoma Z tornam-se ZZ (macho); os que recebem um cromossoma W tornam-se WW e não se desenvolvem.34 35
Foi sugerido que esta adaptação reprodutora permite que uma fêmea sozinha entre num nicho ecológico isolado (tal como uma ilha) e produzem machos por partenogénese, estabelecendo assim uma população capaz de se reproduzir sexualmente (através de reprodução com os seus descendentes que pode resultar na produção tanto de machos como de fêmeas).34 Apesar das vantagens de tal adaptação, os zoológicos estão avisado que a partenogénese é prejudicial para a diversidade genética,36 devida à óbvia necessidade de cruzamento entre a única fêmea mãe com os seus descendentes macho.
Em 31 de janeiro de 2008, o Zoológico de Sedgwick County, em Wichita, no Kansas, tornou-se o primeiro da América a documentar partenogénese em dragões-de-komodo. O zoológico tem duas fêmeas adultas, uma das quais pos 17 ovos em Maio de 2007. Só dois destes ovos foram incubados e eclodiram por falta de espaço; o primeiro nasceu em 31 de Janeiro de 2008 enquanto que o segundo saiu a 11 de Fevereiro. Ambos eram machos.37 38
História
Descoberta pela cultura Ocidental
Moeda com um dragão-de-komodo, emitida pela Indonésia
Os dragões-de-komodo foram documentados pela primeira vez por europeus em 1910, quando rumores de um "crocodilo terrestre" chegaram ao Tenente van Steyn van Hensbroek da administração colonial holandesa.39 Notoriedade geral chegou depois de 1912, quando Peter Ouwens, o director do Museu Zoológico em Bogor, Java, publicou um artigo científico sobre o tema depois de receber uma foto e uma pele enviada pelo tenente, juntamente com mais dois espécimes de um coleccionador.1 Mais tarde, o dragão-de-komodo foi o factor principal que levou a uma expedição à Komodo por W. Douglas Burden em 1926. Após regressar com 12 espécimes preservados e dois vivos, esta expedição forneceu a inspiração para o filme de 1933 King Kong.40 Foi também Burden que usou o nome "dragão-de-komodo" pela primeira vez.20 Três dos espécimes foram empalhados e estão expostos no American Museum of Natural History.41
Estudos
Os holandeses, apercebendo-se do número limitado de indivíduos presentes na natureza, proibiram a caça desportiva e limitaram grandemente o número de indivíduos que poderia ser levado para estudos científicos. Expedições para colecção pararam com a ocorrência da Segunda Guerra Mundial, e não resumiram até a década de 1950 e 60, quando estudos examinaram o comportamento alimentar, reprodução e temperatura corporal dos dragões-de-komodo. Por volta desta altura, uma expedição foi planeada em que um estudo longo seria feito sobre o dragão-de-komodo. Esta tarefa foi dada à família Auggenberg, que ficou na Ilha Komodo durante 11 meses em 1969. Durante esta estadia, Walter Auffenberg e a sua assistente Putra Sastrawan capturaram e marcaram mais de 50 dragões.28 A pesquisa feita pela expedição Auffenberg seria muito influente na criação de dragões-de-komodo em cativeiro.2 Pesquisas posteriores à família Auffenberg esclareceram mais aspectos sobre a natureza do dragão, e biólogos como Claudio Ciofi continua a estudar as criaturas.42
Preservação
O dragão-de-komodo é uma espécie vulnerável e está listada na Lista vermelha da IUCN.43 Há aproximadamente 4-5 mil dragões-de-komodo na natureza. As suas populações estão restritas às ilhas de Gili Motang (100), Gili Dasami (100), Rinca (1300), Komodo (1700) e Flores (talvez 2000).2 No entanto, há preocupação que só haja actualmente somente 350 fêmeas reprodutoras.6 Para responder a esta questão, foi fundado o Parque Nacional de Komodo em 1980 para proteger as populações dos dragões-de-komodo nas ilhas de Komodo, Rinca e Padar.44 Mais tarde, as reservas de Wae Wuul e Wolo Tado foram abertas em Flores para ajudar à conservação destes animais.42 Há evidências que os dragões-de-komodo estão a ficar habituados à presença humana, pois turistas costumam dar-lhes carcaças de animais em várias estações de alimentação.3 O estado de espécie ameaçada destes animais deve-se a actividade vulcânica, terramotos, perda de habitat, incêndios (a população de Padar foi quase destruída por causa de um incêndio florestal, e desde então desapareceu misteriosamente),12 42 diminuição do número de presas, turismo e caça furtiva. Sob o Apêndice I da CITES (a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção), o comércio de peles ou espécimes é ilegal.14 45
O biólogo australiano Tim Flannery sugeriu que a introdução de dragões-de-komodo pode beneficiar o ecossistema australiano, pois poderia ocupar o nicho de grande carnívoro deixado livre pela extinção do grande varano Megalania. No entanto, ele aconselha muita cautela e uma introdução gradual em experiências de aclimatização, especialmente porque "o problema da predação de grandes varanídeos sobre humanos não pode ser menosprezado". Ele usa o exemplo da coexistência bem sucedida com o crocodilo-de-água-salgada como prova que os australianos poderiam adaptar-se facilmente.46
Apesar da raridade dos ataques, os dragões-de-komodo são conhecidos por matar humanos. Em 4 de Junho de 2007, um dragão atacou um rapaz de oito anos na Ilha Komodo. Mais tarde, ele morreu de hemorragias resultantes das suas feridas. Foi o primeiro ataque fatal registado em 33 anos.47 Os nativos culparam o ataque aos ambientalistas que não vivem na ilha que proibiram os sacrifícios de cabras, o que causou que fosse negado aos dragões-de-komodo a fonte de comida esperada, fazendo com que os animais vagueassem para dentro de territórios humanos à procura de comida. Para os nativos da Ilha Komodo, estes animais são a reencarnação dos seus antepassados, e são por isso tratados com reverência.48
Em cativeiro
dragão-de-komodo no Smithsonian National Zoological Park. Apesar de apresentar ouvidos vísiveis, os dragões não ouvem muito bem.
Desde há muito tempo, os dragões-de-komodo são grandes atracções em zoológicos, pois o seu tamanho e reputação fazem com que sejam uma exibição popular. São, no entanto, raros em zoológicos devido à susceptibilidade a infecções e doenças causadas por parasitas se capturados da natureza e não se reproduzem prontamente.6
O primeiro dragão-de-komodo foi exibido em 1934 no Smithsonian National Zoological Park, mas só viveu dois anos. Mais tentativas de exibir dragões-de-komodo foram feitas, mas o tempo de vida destas criaturas era muito curta, numa média de cinco anos no National Zoological Park. Estudos feitos por Walter Auffenberg, que estão documentados no seu livro The Behavioral Ecology of the Komodo Monitor, eventualmente permitiu uma gestão e reprodução mais eficiente dos dragões em cativeiro.2
Tem sido observado em dragões em cativeiro que muitos indivíduos demonstram comportamento relativamente manso durante um período de tempo em cativeiro pequeno. Várias ocorrências são relatadas onde tratadores levaram os animais fora dos seus cercados para interagir com visitantes ao zoológico, incluindo crianças pequenas, sem efeitos nocivos.49 50 Dragões também são capazes de reagir de maneira diferente quando apresentados ao seu tratador normal, um tratador menos familiar ou um tratador completamente estranho.51
Pesquisa com dragões em cativeiro tem também fornecido evidências que eles jogam. Um estudo incidiu sobre um indivíduo que empurrava uma pá deixada pelo seu tratador, aparentemente atraído pelo som da pá a raspar pela superfície rochosa. Uma fêmea jovem no National Zoo em Washington, DC agarrava e abanava vários objectos incluindo estátuas, latas de bebidas, sapatos e outros objectos. Ela não confundia estes objectos com comida, pois só os engolia se estivessem cobertos em sangue de rato. Estes jogos sociais levaram à comparação com jogos efectuados por mamíferos.5
dragões-de-komodo no Zoológico de Toronto. Em cativeiro, estes animais ficam muitas vezes gordos, especialmente nas suas caudas, devida à alimentação regular.
Outro caso de jogos documentados em dragões-de-komodo vem da Universidade do Tennessee, onde uma jovem dragão-de-komodo de nome "Kraken" interagiu com anéis de plástico, um sapato, um balde, e uma lata de alumínio com o seu focinho, acertando neles e carregando-os de um lado para o outro na sua boca. Ela tratou-os a todos de maneira diferente do que à sua comida, o que levou o investigador Gordon Burghardt a concluir que este comportamento não era relacionado com a alimentação. A Kraken for a primeira dragão-de-komodo que eclodiu em cativeiro fora da Indonésia, nascida no National Zoo em 13 de Setembro de 199252 .7
Mesmo dragões aparentemente dóceis podem tornar-se agresivos imprevisivelmente, especialmente quando o seu território é invadido por alguém pouco familiar. Em Junho de 2001, um dragão-de-komodo feriu Phil Bronstein (editor executivo do San Francisco Chronicle) gravemente quando ele entrou no seu cercado no Zoológico de Los Angeles depois de ter sido convidado pelo tratador. Bronstein foi mordido no seu pé que estava descalço, pois o tratador tinha-lhe dito para tirar os seus sapatos brancos, pois estes poderiam excitar o dragão.53 54 Apesar de ter escapado com vida, precisou que vários tendões do seu pé fossem re-ligados cirugicamente.55
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Crocodilo - Origem do nome - A mordida do crocodilo - Digestão poderosa - Distribuição geográfica - Estado de conservação - Características - Taxonomia - Répteis - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
Crocodilo
Crocodilo-do-nilo
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Crocodylia
Família: Crocodylidae
Géneros
Crocodylus
Osteolaemus
Tomistoma
Crocodilo é o nome comum a catorze espécies dos répteis da família crocodylidae. O termo também é usado às vezes para incluir todos os membros da ordem crocodylia: isto é, os crocodilos verdadeiros, o gavial (família Gavialidae) e os caimões,os aligatores e jacarés (família Alligatoridae).
Os crocodilos vivem nas Américas, África, Ásia e Austrália. Os crocodilos habitam geralmente as margens de rios, enquanto os da Austrália e ilhas do Pacífico também frequentam o mar. O único predador natural do crocodilo é o tigre que raramente alimenta-se dele em determinadas áreas da Ásia.
O maior réptil hoje na face da terra é o crocodilo-de-água-salgada encontrado no norte da Austrália e ilhas do sudeste da Ásia.
Os crocodilos, depois das aves, são os parentes mais próximos dos dinossauros atualmente. Tanto dinossauros quanto crocodilos evoluíram dos tecodontes, assim como as aves podem ter evoluído dos dinossauros. Isso faz com que os crocodilos sejam mais aparentados com as aves do que com todos os outros répteis atuais. Surgiram a 248 milhões de anos aproximadamente, tendo convivido com dinossauros. Apesar de não terem a mesma mobilidade que seus antepassados, já foram registradas crocodilos que podem correr nas margens de rios a uma velocidade de até 16 km/h.
Origem do nome
Na Europa medieval, o crocodilo era um animal pouco menos que mitológico, conhecido apenas pelas referências de gregos e latinos que o haviam visto no Egito. Os romanos o chamaram crocodilus, palavra que tomaram do grego krokodeilos. Em textos de língua ibérica, a palavra aparece registrada pela primeira vez em 1251, como cocodrillus.
Os gregos cunharam esse nome tomando-lhe de kroké (pedra) e drilos (gusano, verme) depois de haver observado os crocodilos sobre bancos de areia e na margem dos rios desfrutando do calor do sol, imóveis como pedras.
Desde a antiguidade clássica, difundiu-se o mito de que o crocodilo emite um som semelhante a um soluço humano, quando atraem as pessoas até sua caverna. E depois de devorá-las, deixa cair amargas lágrimas, talvez de compaixão pelo triste destino de suas vítimas. Esta é a origem da expressão "derramar lágrimas de crocodilo", usada para referir-se a quem chora para fingir um sentimento que não é verdadeiro. De acordo com o professor Ari Riboldi, em seu livro O Bode Expiatório, a origem da expressão é biológica. Mas não tem a ver com fingimento.
Quando o crocodilo está digerindo um animal, a passagem deste pode pressionar com força o céu da boca do réptil, o que comprime suas glândulas lacrimais. Assim, enquanto ele devora a vítima, caem lágrimas de seus olhos.
São lágrimas naturais mas obviamente não significam que o animal se emocione ou sinta pena da sua presa. Daí vem a expressão "lágrimas de crocodilo", querendo dizer que, embora a pessoa chore, suas lágrimas não significam que ela esteja sofrendo, e muitas vezes são mesmo apenas um fingimento.
A mordida do crocodilo
A principal arma do crocodilo é sua poderosa mandíbula recheada de dentes (podem chegar a 80). Segundo estudos de Gregory Erickson e Kent Vliet, da Universidade Estadual da Flórida, e de Brady Barr, do canal National Geographic, uma bocada de um destes animais pode chegar à incrível marca de 1.5 toneladas. Para se ter uma ideia da força da mordida, seria o mesmo que colocar um objeto de uma tonelada sobre o seu braço com algo afiado entre a pele e o objeto.
Essa impressionante explosão de energia pode perfurar o casco de tartarugas, uma das presas favoritas dos crocodilos. Apesar de ter muitos dentes este réptil não mastiga seu alimento. Seus dentes não são alinhados adequadamente para a mastigação. Assim ele arranca pedaços das vítimas girando o corpo e rasgando a pele do outro animal. Com a carne na boca ele apenas engole ossos, pêlos e cascos inteiros.
Outro fator que impede que o crocodilo mastigue seu alimento é que o músculo que abre a boca é bem mais fraco do que o músculo que a fecha. Essa composição favorece mordidas rápidas e enérgicas. Por isso é comum observar pesquisadores lidando com animais enormes controlados com somente uma fita adesiva enrolada na boca. Quando não está servindo aos interesses de cientistas, o crocodilo pode abrir sua boca em um ângulo superior a 75º. Isso auxilia tanto na obtenção de calor em seus “banhos de Sol” quanto na maior facilidade em abocanhar animais de grande porte, como zebras,búfalos, gnus e até elefantes.1 2 3 4 5
Digestão poderosa
Como esse réptil engole suas presas em pedaços, às vezes até membros inteiros, sua digestão tem de ser extremamente eficaz e rápida. Por muito tempo os cientistas não entendiam como o crocodilo e os jacarés conseguiam destruir esse alimento em seu estômago, proporcionalmente pequeno para um animal de centenas de quilos. Durante uma autópsia, liderada pelo biólogo Richard Dawkins, exibida semanalmente no canal pago "National Geographic Channel", descobriu-se que há uma artéria a mais no coração destes animais.
A veia passa por trás do músculo cardíaco e chega ao estômago. Assim, com essa estrutura incomum, o aparelho digestivo do crocodilo recebe mais irrigação sanguínea e consegue produzir muito mais suco gástrico para triturar a pesada alimentação do bicho.
Distribuição geográfica
Distrição geográfica dos crocodilos.
Estado de conservação
Características
Taxonomia
Ordem Crocodylia
Família Crocodylidae
Crocodilo-americano, Crocodylus acutus
Crocodilo-de-focinho-delgado, Crocodylus cataphractus
Crocodilo-do-orinoco, Crocodylus intermedius
Crocodilo-de-água-doce, Crocodylus johnstoni
Crocodilo-filipino, Crocodylus mindorensis
Crocodilo-de-morelet, Crocodylus moreletii
Crocodilo-do-nilo, Crocodylus niloticus
Crocodilo-da-nova-guiné, Crocodylus novaeguineae
Crocodilo-persa Crocodylus palustris
Crocodilo-de-água-salgada, Crocodylus porosus
Crocodilo-cubano, Crocodylus rhombifer
Crocodilo-siamês, Crocodylus siamensis
Crocodilo-anão, Osteolaemus tetraspis
Gavial-falso, Tomistoma schlegelii
Família Alligatoridae: aligatores e jacarés
Família Gavialidae: Gavial
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